17 setembro 2014

Sem matérias apresentadas e aprovadas, secretário da educação de Altaneira salva sessão ordinária


Os nove edis que compõem o poder legislativo do município de Altaneira esteve reunido na tarde desta terça-feira, 16 de setembro, em mais compromisso frente a comunidade local visando, claro, debater e, ou analisar e aprovar/rejeitar matérias do interesse da coletividade.

Toda via, contrariando as expectativas daqueles que esperavam o cumprimento desse dever parlamentar, os vereadores e vereadoras ficaram limitados ao discurso do vereador licenciado e que ora ocupa o cargo de secretário da educação, Deza Soares que, a exemplo das demais vezes ocupou a tribuna da casa de forma espontânea com o propósito de expor a comunidade os feitos positivos conquistados nos últimos dois anos pela educação. A título de exemplo, cita-se aqui a escola nota 10, feito esse adquirido pela Escola de Ensino Fundamental Joaquim Rufino de Oliveira no ano passado e, recentemente, a conquista de sessenta (60) medalhas na Olimpíada Brasileira de Astronomia – OBA. Desse número, vinte e três (23) são de ouro, enquanto que vinte (20) são de prata e dezessete (17) de bronze. Os dados apresentados com muito afinco e vigor pelo secretário representou um aumento dos índices de proficiência, alfabetização, IDEB, dentre outros, ao qual atribuiu os feitos a todos os profissionais da educação.

O portal da câmara confirma o que está exposto nesse artigo, afinal nada consta se houve discussão de matéria ou aprovação de requerimentos, muito menos de projetos de lei (estes andam bem escassos, diga-se de passagem). É digno de registro ainda que a própria ausência desse quesito não foi sentida apenas por este blogueiro, mas os próprios vereadores que formam a base de sustentação da administração levantaram o caso. O parlamentar Antonio Leite (Pros) fez cobranças nesses sentido, questionando, inclusive, os trabalhos da Comissão Permanente da Casa quanto as emissões de pareceres. Segundo Flávio Correia (SDD), o problema não se concentra propriamente na comissão que está trabalhando. Para ele, o empecilho tem cara e cor, a presidente do legislativo, a vereadora comunista Lélia de Oliveira, também da base situacionista. Flávio disse que a CP emite os pareceres, mas quando chega as mãos da presidenta, esta acaba não colocando as matérias em pauta. 

Ultimamente Lélia de Oliveira tem sofrido várias críticas não somente de Flávio Correia, mas também do vereador Edezyo Jalled (SDD), principalmente no quesito pulso para conduzir os trabalhos e os, segundo ele, “desrespeito ao regimento interno da casa”.

A fala do titular da pasta da educação foi acompanhada por um bom número de professores no auditório. 

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